segunda-feira, 31 de agosto de 2015

FITZ TINTAS E SEU NOVO VISUAL.

Novo visual atendendo Missão ,Visão e Valores da empresa, 
bem como a tendência do Marketing  Moderno e posicionamento
da empresa no mercado regional.

domingo, 30 de agosto de 2015

MUNICIPIOS MISSIONEIROS PEDEM SOCORRO.

Municípios missioneiros pedem socorro: queremos o que é nosso


Este será o grito da manifestação regional em protesto contra a crise, no próximo dia 2 de setembro, quando todas as prefeituras da AMM estarão fechadas
Em consequência do atraso de repasses dos recursos da União e do Estado, a maioria das prefeituras da região das Missões já está sem qualquer condição de fechar as contas até o fim do ano. Se nada for feito, os municípios vão enfrentar uma verdadeira calamidade financeira com a suspensão quase que total dos serviços prestados à comunidade. Ciente de que a transparência nas ações é imprescindível, a Associação dos Municípios das Missões (AMM) está convocando uma grande mobilização regional comunitária na próxima quarta-feira (2/09), com a paralisação das atividades nas 26 prefeituras missioneiras. “Nosso foco é na conscientização da população, que precisa saber o que acontece no seu município, e na consolidação desta rede de apoio e união de forças ao nosso movimento. Os gestores estarão falando sobre o tamanho do débito, e medidas que estão sendo adotadas, no esforço de manter o cronograma de atividades”, explicou o presidente da AMM, Angelo Fabiam Duarte Thomas.

Municípios missioneiros pedem socorro. Queremos o que é nosso! Este será o lema do protesto, que inicia às 8 horas da manhã com atos locais nos 26 municípios da AMM. Na sequência, às 10h30min, será realizado na sede da Associação, em Cerro Largo, o grande ato regional, aberto à imprensa e entidades representativas, com uma conversa franca sobre os rumos que serão definidos a partir deste movimento. “Juntos vamos debater o futuro da região das Missões diante desta crise econômica, que não foi criada pelos municípios, mas está aí, prejudicando todos os cidadãos missioneiros”, alertou Fabiam, que é prefeito de Giruá. Além da presença de lideranças regionais, estaduais e federais, também está sendo aguardada a confirmação da participação do presidente da Famurs, Luiz Carlos Folador.

Atendimento à população
De acordo com o dirigente da AMM, é fundamental o engajamento de toda a comunidade nesta luta. “Temos que ser criativos, trabalhar ainda mais, e mostrar com muita serenidade para a população missioneira que os prefeitos não causaram esta situação, fomos dragados para dentro dela e queremos sair”, explicou Thomas. Ele acrescentou ainda que, quem tem filho na escola, faz uso de uma Unidade Básica de Saúde, precisa de transporte para consulta, recebe medicamentos, necessita de máquina para conservar uma estrada, ou seja, quem depende do município, está diretamente afetado pela crise, e precisa saber que as prefeituras missioneiras estão bancando os programas federais e estaduais para que estes e outros serviços, não sejam suspensos.

De julho para cá, quando a AMM convocou coletiva à imprensa para alertar sobre a difícil condição dos municípios e o que tinham a receber, no total, mais de 2 bilhões de reais da União, a situação só piorou. Os repasses não aconteceram, ao contrário, deixaram de entrar outras parcelas forçando os municípios a utilizarem verbas de outras fontes, para dar continuidade às demandas essenciais para a população. “É preciso que cada cidadão missioneiro saiba quem nos deve o que. Na sede da AMM, estaremos apresentando um balanço sobre os serviços que já foram afetados por esta crise e aqueles que ainda serão prejudicados, se não houver normalização dos repasses de recursos a que temos direito”, concluiu Angelo Fabiam Duarte Thomas.

Por Karin Schmidt
Fonte: Assessoria de imprensa AMM

sábado, 29 de agosto de 2015

RESULTADO "DESASTROSO DO PIB " NO SEGUNDO SEMESTRE.

Governo vê resultado "desastroso" no PIB e equação difícil para Dilma
Na avaliação de um interlocutor da presidente, a combinação de popularidade no 'volume morto' e recessão com queda acentuada do PIB torna mais difícil a vida do governo


O recuo de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre ante os três primeiros meses do ano, no pior resultado desde o primeiro trimestre de 2009, foi considerado um "desastre" por interlocutores da presidente Dilma Rousseff ouvidos pelo Broadcast Político, serviço de informações em tempo real da Agência Estado.

"Ninguém quer uma queda de 1,9%. A gente quer é + 1,9%", lamentou um auxiliar direto da presidente, que pediu para não ser identificado.

O resultado divulgado nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas de 42 instituições consultados pela Agência Estado, que esperavam desde uma queda de 2,20% até recuo de 1,30%, com mediana negativa de 1,70%.

Na avaliação de um interlocutor da presidente, a combinação de popularidade no "volume morto" e recessão com queda acentuada do PIB torna mais difícil a "equação" para o governo, que se vê confrontado com ameaça de impeachment, "caos político" na relação com o Congresso Nacional e o desgaste com a adoção de uma série de medidas impopulares.

"Não é um ano perdido", minimizou um outro interlocutor, alegando que, apesar das dificuldades, o governo conseguiu fazer os ajustes na economia, como a aprovação do projeto de lei que revê a política de desoneração da folha de pagamento e as alterações nas regras de concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários. "O estrago poderia ter sido bem maior se não houvesse o ajuste", opinou.

Em entrevista a emissoras de rádio nesta semana, Dilma reconheceu que "vivemos um momento de dificuldade, em que temos de fazer ajustes na economia para voltar a crescer e é razoável que as pessoas se sintam inseguras e preocupadas com o futuro". 

"Eu espero uma situação melhor. Não tenho como te garantir que a situação em 2016 vai ser maravilhosa. Não vai ser, muito provavelmente não será. Agora, também não será a dificuldade imensa que muitos pintam. Nós vamos continuar tendo dificuldades, até porque não sabemos a repercussão de tudo que está acontecendo na economia internacional", comentou.

Diante desse quadro de deterioração dos indicadores econômicos e aprofundamento da crise política, a presidente ainda avalia a possibilidade de fazer um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão por ocasião do Sete de Setembro, como houve em 2011, 2012 e 2013.

Segundo a reportagem apurou, o mais provável é que a presidente se manifeste por meio das redes sociais, como fez no Dia do Trabalho, evitando novos episódios de "panelaços"



www.istoé.com

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

FOLHA DA PRODUÇÃO





UFFS TEM CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL AVALIADO PELO MEC.

Campus Cerro Largo: Curso de Engenharia Ambiental é avaliado pelo MEC

No mês de agosto foi a vez do curso de Engenharia Ambiental da UFFS – Campus Cerro Largo receber a visita da comissão avaliadora do INEP/MEC. Segundo o coordenador do curso, prof. Bruno München Wenzel, a nota 4 recebida visa estabelecer um primeiro parâmetro de qualidade dos cursos de graduação, refletindo todo o empenho do corpo docente, técnicos, estudantes e comunidade regional, no estabelecimento das condições de ensino e de trabalho apropriadas.

A avaliação do curso é dividida em três dimensões: Organização Didático-pedagógica, Corpo Docente e Infraestrutura. Nas duas primeiras o curso recebeu avaliações muito próximas à nota de excelência, evidenciando todo o potencial da comunidade acadêmica do curso. Na Organização Didático-pedagógica, destacou-se, entre outros, o perfil profissional do egresso. O curso se propõe a formar profissionais aptos a atuar de modo sistêmico com foco nas dimensões ecológica, social, econômica e tecnológica, de modo a promover a adequada gestão dos sistemas ambientais ao encontro do desenvolvimento sustentável. Na dimensão da Avaliação do Corpo Docente, entre outros aspectos, foi destacada a excelente produção técnica e científica dos docentes atuantes no Curso. Esta produção leva em conta o número de artigos científicos e projetos desenvolvidos e em desenvolvimento, contribuindo com o aspecto formativo dos estudantes, além da iniciação científica e do desenvolvimento tecnológico de ótima qualidade.
A infraestrutura foi bastante elogiada. Segundo os avaliadores, elas atendem de maneira suficiente a muito boa as necessidades, destacando-se o excelente sistema de controle acadêmico, salas de aula e acesso dos alunos à informática. Os laboratórios didáticos especializados relacionados no Projeto Pedagógico do Curso atendem seus objetivos em termos de quantidade, qualidade e serviços. Destacou-se também os laboratórios, que possuem muitos equipamentos de alta tecnologia instalados ou que estão em fase de instalação, garantindo a qualidade nas atividades desenvolvidas nas três esferas de atuação do curso: ensino, pesquisa e extensão.
Para o prof. Bruno, os egressos do curso estão muito bem preparados. “Estamos formando grandes engenheiros. Eles recebem boas doses de ciência básica e suas aplicações na Engenharia Ambiental, e isto é uma base que não vai mudar nas próximas décadas. Estes conhecimentos dão aos estudantes a capacidade de adaptação a qualquer tecnologia que possa vir a surgir. Além disso, acreditamos na formação de profissionais realmente apaixonados pela sua função na sociedade. Posso falar com convicção: estamos formando profissionais Engenheiros Ambientais genuínos!”, comemora o professor

www.uffs.edu.br

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

COBRANÇA DE TARIFAS EM FINANCIAMENTOS HABITACIONAIS.


Consumidor deve ficar atento à cobrança de tarifa
Cobrança de R$ 25,00, que incide em cada parcela do financiamento imobiliário, é considerada abusiva e fere os direitos do consumidor.
Segundo Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), mais de meio milhão de imóveis foram financiados em todo o Brasil somente em 2014. São milhares de consumidores que buscaram o sonho da casa própria através das facilidades que são oferecidas pelos bancos, como taxa de juros especiais e prazos para pagamento dilatados, chegando até 420 meses para quitar, ou seja, 35 anos pagando parcelas.

 No entanto, é preciso ficar atendo a tanta facilidade, pois na ânsia de conquistar a casa própria, o consumidor pode não perceber importantes detalhes do contrato, como por exemplo, a cobrança da chamada “Tarifa dos Contratos Imobiliários”, que conforme o contrato e o banco é denominada de ‘Custos de Administração do Contrato’, ou ainda, ‘Taxa de Operação Mensal’.

O Assessor Jurídico do escritório Guedes Advocacia, Lucas Carini, de Passo Fundo (RS), defende que a cobrança da tarifa é ilegal porque repassa um custo que é inerente a operação bancária, ou seja, transferir essa responsabilidade para o consumidor caracteriza uma cobrança abusiva e coloca o consumidor em desvantagem exagerada, conforme prevê o artigo 51, inciso IV do Código de Defesa do Consumidor. “Os bancos já lucram com as altas taxas de juros que são suficientes para pagar os custos da operação e não podem onerar ainda mais a operação”, explica.

Na grande maioria dos financiamentos, essa tarifa está presente nas parcelas, com um valor, quase que padrão, de R$ 25,00 por parcela. “Isso em um financiamento de 420 meses, equivale a R$ 10.500,00. Ao final do contrato, a tarifa pode representar muitas vezes a 11% do valor financiado”, alerta.

Outro ato ilegal constatado nos financiamento imobiliário se refere ao direito à informação, também presente no Código de Defesa do Consumidor (art. 6º, III e art. 46). “Normalmente, o consumidor não é informado dessa taxa e do motivo da cobrança, violando assim o direito básico à informação. Além disso, essa Tarifa de Administração não está prevista em Lei Complementar, conforme determina a Constituição Federal. Por isso, os consumidores devem ficar atentos aos seus direitos. Já existem ações contra os principais bancos”, finaliza Carini.

A cobrança pode aparecer no extrato como “Tarifa dos Contratos Imobiliários”, que conforme o contrato e o banco é denominada de ‘Custos de Administração do Contrato’, ou ainda, ‘Taxa de Operação Mensal’.

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

AMM VAI INTERVIR JUNTO A HOSPITAL EM STO ANGELO.

AMM irá intervir para que Hospital Santo Ângelo normalize cirurgias eletivas na região
25 de Agosto de 2015
AMM irá intervir para que Hospital Santo Ângelo normalize cirurgias eletivas na região
Líria Birck (presid, Cosems) e Luiz Caetano (12ª CRS)

Procedimentos estariam sendo cobrados pelo Hospital, e cobrança de valor complementar estaria sendo exigida dos municípios

Preocupados com a fila de espera para realização de cirurgias eletivas, que aumentam diariamente nos municípios missioneiros, integrantes do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Consems) da região das Missões, pediram a intervenção da Associação dos Municípios das Missões (AMM) para resolver este grave problema. Conforme explicou a presidente do Cosems, Líria Birck, na assembleia da Associação, dia 21 de agosto, o Hospital Santo Ângelo (HSA) cancelou este tipo de procedimento exigindo que as prefeituras paguem um valor complementar, que não é de responsabilidade dos municípios. ‘‘Estamos parados, sem conseguir acesso a uma cirurgia eletiva nas áreas de ginecologia, laringologia, urologia, cirurgia vascular e cirurgias gerais”, relatou Líria.

Segundo o Cosems, no início de julho deste ano na reunião da Comissão de Intergestores Regionais (CIR/RS), o Hospital Santo Ângelo firmou contrato com o Estado se comprometendo a executar 150 cirurgias eletivas/mês para a região das Missões. Porém, até o momento isto não está acontecendo. O referido documento foi formalizado junto a Secretaria Estadual de Saúde. Duas semanas depois, o HSA chamou para uma reunião somente os secretários municipais de Saúde e fez uma contraproposta: realizar 90 cirurgias por mês, mediante a complementação das prefeituras.

À espera de atendimento
De acordo com levantamento do Cosems, a maioria dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) da região missioneira aguardam por cirurgia há dez meses. E para piorar ainda mais a situação, eles terão que renovar todos os exames, que foram feitos com recursos públicos, e perderam a validade. O Hospital Santo Ângelo alega que precisa fazer esta cobrança adicional em razão do atraso de repasses do governo estadual.

Determinações contratuais
Integrante da 12ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), Luiz Antônio Caetano destacou que o contrato entre Estado e hospital não está condicionado a nenhum pagamento adicional aos municípios, ou a quem quer que seja. “São determinações contratuais do Estado, por isso o Hospital Santo Ângelo deve prestar todos os serviços pelo valor que está no contrato, sem nenhum acréscimo”, esclareceu Caetano ao relatar que o HSA não comunicou a 12ª CRS que só faria cirurgia eletiva mediante maior valor pago pelas prefeituras. “Esta tratativa foi direto com os municípios. O Estado não tem conhecimento desta situação”, frisou.

Ministério Público
Por deliberação na última reunião do Cosems, que ocorreu neste mês na sede da AMM, o Conselho buscou providências junto ao Ministério Público (MP), que já acionou o governo gaúcho e estipulou prazo para que Estado se manifeste, e apresente as medidas que serão tomadas sobre a questão.

Atuação da AMM
Conforme definido pelo colegiado de prefeitos, será exigido do Estado uma maior fiscalização do contrato com os Hospitais para que mais esta atribuição, agora de controle, não recaia sobre os municípios. “Sempre que acontecem impasses como esse quem é chamado para pagar a conta são os municípios, que não têm condições de assumir mais esta despesa. A saúde da comunidade missioneira é prioridade. Por isso, as prefeituras chegam a investir cerca de trinta por cento em ações, programas e projetos na área da saúde”, ressaltou o presidente da Associação, Angelo Fabiam Duarte Thomas.

Outra ação da AMM será um documento ao Hospital Santo Ângelo pedindo uma resposta formal sobre o motivo da suspensão destas cirurgias na região, demonstrando que Associação está ciente dos riscos do descumprimento do referido contrato. Thomas fez questão de agradecer a importante participação do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems), neste processo. “Foi o Conselho que alertou o Estado de que ele não estava sendo respeitado em seu contrato com o Hospital Santo Ângelo”, reconheceu o dirigente da AMM, que é prefeito de Giruá.

Por Karin Schmidt
Fonte: Assessoria de imprensa AMM

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

MINI RÓTULA NA NECO ESQUINA COM SETE DE SETEMBRO.


Mini rótula na esquina da Neco com Sete de setembro
foi construída nesta segunda feira.

sábado, 22 de agosto de 2015

INICIAM AS AULAS DO PRIMEIRO MESTRADO NA UFFS.

Campus Cerro Largo: Iniciam as aulas do primeiro mestrado

19082015_AULA_INAUGURAL_DO_MESTRADO_TIAGO_CHIAPINOTTO_49_optNa tarde da quarta-feira (19) iniciaram as atividades do Mestrado em Desenvolvimento e Políticas Públicas da UFFS – Campus Cerro Largo. O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Políticas Públicas (PPGDPP) é o primeiro programa Stricto Sensu do campus e também o primeiro na região oferecido por uma instituição pública federal. É gratuito, com 15 vagas que foram ofertadas por meio de processo seletivo realizado em duas etapas, nos meses de junho e julho.
O PPGDPP possui duas linhas de pesquisa: “Estado, Sociedade e Políticas de Desenvolvimento” e “Dinâmicas Sociopolíticas e Experiências de Desenvolvimento”. Com o objetivo de contribuir para a formação de profissionais qualificados para analisar, discutir e avaliar os problemas decorrentes do processo de transformações econômicas e sociais e de propor políticas públicas, o mestrado visa também à proposição de ações e projetos que contribuam para o desenvolvimento sustentável, constituindo-se em um espaço de estudos, pesquisas e debates sobre o desenvolvimento em suas diversas dimensões, com base num enfoque interdisciplinar.
A primeira aula foi ministrada pelo professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor visitante da UFFS, Gentil Corazza, com experiência nas áreas de Estado e Economia, História do Pensamento Econômico e Sociologia do Desenvolvimento, entre outros. O corpo docente foi apresentado aos alunos, demonstrando grande satisfação em fazer parte da formação dos primeiros mestres do Campus Cerro Largo, o que se constitui num importante momento de consolidação da UFFS. O coordenador do mestrado, professor Benedito Silva Neto relatou a trajetória organizacional da instituição para a criação do mestrado, que iniciou já em 2010. O professor Edemar Rotta chamou a atenção para a possibilidade de o mestrado incentivar o vínculo entre academia e região, aumentando o envolvimento entre comunidade e universidade.
Para o diretor do Campus Cerro Largo, prof. Ivann Carlos Lago, o início das aulas do mestrado é mais um marco na história do Campus Cerro Largo, marcando o início do Stricto Sensu no campus, passo fundamental na consolidação institucional e na inserção regional da UFFS. “O mestrado cria um espaço privilegiado de debate e formação em torno do desenvolvimento em todas as suas dimensões e acepções, e consolida o papel da universidade como centro de produção e disseminação de conhecimento conectado com o mundo contemporâneo e com a nossa região de abrangência”, destaca Ivann.
O mestrado dispõe de duas bolsas do Programa de Demanda Social (DS) da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (CAPES), cujos requisitos para ingresso poderão ser consultados na Portaria nº 76 de 14/04/2010, AQUI .
Neste semestre as aulas são realizadas nas quartas e quintas-feiras à tarde, das 13h30 as 17h05, na sala 09 da Unidade Seminário.

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UFFS TEM PÓS-GRADUAÇÃO EM ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL.

Campus Cerro Largo: Pós-graduação em Orientação Educacional terá aula inaugural

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O curso de pós-graduação em Orientação Educacional da UFFS – Campus Cerro Largo, realizará uma aula inaugural no próximo dia 28, com a professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Mírian Paura Sabrosa Zippin Grinspun. Graduada em Pedagogia, Mírian é doutora em Filosofia pela Universidade Gama Filho; atualmente é professora titular atuando no programa de pós-graduação em Educação. Tem experiência na área de Educação com ênfase em Juventude – seus valores, características – e em especial nas culturas juvenis e seu desempenho no contexto atual.
De acordo com o projeto do curso de pós-graduação em Orientação Educacional, os temas das culturas juvenis e da construção das subjetividades são de alta relevância, sendo abordados em componentes curriculares específicos e transversalmente em outros componentes, no curso oferecido no Campus Cerro Largo.
Segundo o coordenador do curso, prof. Lívio Osvaldo Arenhart, “a aula inaugural será patrocinada pela Associação dos Orientadores Educacionais do Rio Grande do Sul (AOERGS), tendo em vista que o Campus Cerro Largo mantém uma elogiável relação de parceria com  a AOERGS”. A elaboração do projeto do curso incluiu propostas da Associação, em especial o Estágio Supervisionado, com carga horária de 48 horas, ultrapassando as exigências da legislação do ensino”, destaca o prof. Lívio.
A aula inaugural será realizada às 14h30min no dia 28 de agosto, no auditório da Unidade Seminário.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

FOLHA DA PRODUÇÃO.

A edição de hoje da folha da produção esta cheia de notícias boas
para nossa comunidade.Saúde , Meio ambiente e Educação
de qualidade presente em nosso município.